Um rapsodo cantando (lado A)

Registro inventarial: inv. E 270

Esta ânfora com figuras vermelhas e alças retorcidas
representa no lado A um rapsodo acompanhado, no lado B, por
um aulista. Ela entra nas coleções do British Museum em
1843, adquirida de Alexandrine Bonaparte, Princesa de
Canino. Não se conhece a proveniência anterior.

Lado A: vestido com um himation que deixa descoberto
seu ombro, o … Continue lendo...

Artista

Pintor de Kleophrades (Kleophrades Painter)
Data
-490

Um aulista (Lado B)

Registro inventarial: inv. E 270

Esta ânfora com figuras vermelhas e alças retorcidas
representa no lado A um rapsodo acompanhado, no lado B, por
um aulista. Ela entra nas coleções do British Museum em
1843, adquirida de Alexandrine Bonaparte, Princesa de
Canino. Não se conhece a proveniência anterior.

Lado A: vestido com um himation que deixa descoberto
seu ombro, o … Continue lendo...

Artista

Pintor de Kleophrades (Kleophrades Painter)
Data
-490

Telêmaco e Penélope diante de seu tear

Localização inventarial: inv. n. 62705

Este Skyphos (taça profunda para vinho com duas
alças) com figuras vermelhas é o vaso epônimo do Pintor de
Penélope, ativo na Ática em meados do século V a.C. e exímio
desenhista no mais puro estilo linear. O vaso mostra duas
cenas da Odisséia. No lado aqui não visível, Euricleia, a
nutriz de Ulisses – … Continue lendo...

Polieidos e Glaucos na tumba

Registro inventarial: BM D 5

Este Kylix (taça rasa) de fundo claro é atribuído ao Pintor de Sótades, ativo em Atenas entre 470 e 450 a.C., assim chamado porque algumas de suas pinturas encontram-se em vasos assinados pelo oleiro Sótades, que assina também a presente obra.

Igualmente exímio em figuras vermelhas e em figuras sobre fundo claro, o Pintor de … Continue lendo...

Placa com Górgona que dá à luz Pégaso

Registro inventarial: inv. 34540

Proveniente do Athenaion de Siracusa, esta placa de
terracota
é um objeto de revestimento arquitetônico, destinado a um
frontão ou a uma métope, como indicam os quatro furos pelos
quais ela se fixava a um suporte mural.

Ela representa o nascimento de Pégaso, que se vê sob o braço
esquerdo de Medusa, decapitada por Perseu. Como … Continue lendo...

Perseu e a Liberação de Andrômeda

“Registro inventarial: inv. 8226

No registro superior, vê-se Andrômeda coroada, trajando
vestes suntuosas, os braços abertos e os pulsos atados a
dois troncos. Ela é ladeada por seus pais, Cassíope e Cefeu,
rei da Etiópia. Cefeu com um cetro ou cajado traz à cabeça
um chapéu exótico, denotando a localização remota de seu
reino e olha sua filha com aflição; … Continue lendo...

Partida de Triptolemo

Registro inventarial: inv. 2432
Beazley Archive Number: 207314

A figura central representada nesta hídria ática de figuras vermelhas é Triptolemo saudado por Deméter. Em seu carro alado, puxado por serpentes, ele se prepara para uma viagem através da Grécia cujo fito é difundir a espiga de trigo ofertada pela deusa e ensinar aos homens a agricultura.

O Pintor de Chicago, … Continue lendo...

Orestes, matricida, no Ônfalos de Delfos

Localização inventarial: inv. n. 1917, 12-10.1

Esta cratera em sino com figuras vermelhas, proveniente de Posidônia (Paestum) na Magna Grécia, representa uma cena da tragédia de Ésquilo, As Eumênidas, a terceira da trilogia Oresteia, composta também por Agamemnon e As Coéforas.

As Eumênidas, apresentada em 458, possui diversas imbricações na situação política de Atenas, então ainda dividida … Continue lendo...

Oinochoe

Registro inventarial: E658

O Oinochoe é um vaso para vinho. Este Oinochoe do Louvre é um
dos mais elegantes objetos da cerâmica grega do período
jônico orientalizante. Ele provém da ilha de Rodes ou, menos
provavelmente, de Mileto.

A boca é trilobada, o gargalo é decorado com motivos
entrelaçados, o ombro é decorado com motivos vegetais,
gansos, grifos e cabras … Continue lendo...

Medeia matando um de seus filhos

Localização inventarial: Campana 786, cat. n. K 300

O mito de Jasão e Medeia pertence ao ciclo dos Argonautas. Seu principal modelo é a tragédia Medeia de Eurípedes, mas Apolônio de Rodes dedica-lhe em meados do século III a.C. um longo poema, intitulado Argonautas, traduzido em 1852 pelo poeta português José Maria da Costa e Silva.

De volta da Cólquida, … Continue lendo...