Paisagem com S. Jerônimo

A figura de S. Jerônimo penitente, com seus atributos usuais – a pedra com que golpeia o peito para afastar os pensamentos lascivos, a Bíblia e o crucifixo – é naturalmente apenas pretexto para a encenação de uma paisagem que, muito embora reminiscente de obras de pintores flamengos como Pieter Bruegel e Herri Met de Bles, il Civetta, é típica … Continue lendo...

Paisagem com ramo de abeto

Em sua curta carreira artística, desenvolvida entre Amsterdam, Utercht e Haia, Hércules Seghers (1590c. – 1638) produziu em torno de 60 águas-fortes com cenas de paisagens, não-raro impressas como esta sobre papel colorido e retocadas a aquarela.

Ao lado de paisagens relativamente convencionais, vistas de cidades com horizontes baixos, Seghers produziu paisagens fantásticas, tal como esta, tomada de um ponto … Continue lendo...

Paisagem alpina

Alexandre Calame (1810-1864) é decerto o mais conhecido
pintor suiço de paisagens alpinas, inspiradas com frequência
na Oberland de Berna.

Infundindo-lhes uma dimensão teatral e romântica, não-raro
animada por seu profundo calvinismo, Calame procura encenar
na tormenta ou na placidez, como é aqui o caso, a
grandiosidade divina da natureza.… Continue lendo...

Paisagem

João Batista da Costa (1865-1926) divide com Antonio Parreiras (1860-1937), na pintura de seu tempo e meio cultural, o mérito de terem criado, embora com sentimentos muito diversos, a paisagem do interior do Rio de Janeiro.

Nos médios e grandes formatos, O “ruralismo” de Batista da Costa tende a fixar-se em invariantes cênicas e sobretudo num manejo das tonalidades de … Continue lendo...

Paço Imperial, Rio de Janeiro

“A gravura mostra o Paço Imperial e o Largo do Carmo, atual Praça XV, na cidade do Rio de Janeiro, e foi realizada para ilustrar o livro “”Brasil Pitoresco””, de Charles Ribeyrolles e Victor Frond, publicado entre 1859 e 1861. As fotografias utilizadas como base para as litografias foram realizadas na Maison Lemercier, em Paris. Nas fotografias do Rio de … Continue lendo...

Artista

FROND, V. (fotografia); AUBRUN (litografia).
Data
1858

Os telhados de Notre-Dame após a restauração

Charles Marville (1816-1878) atuou como gravador e ilustrador desde a década de 1830, especializando-se em paisagens. Tornou-se fotógrafo na década de 1850, época em que se associou a Blanquart-Evrard, conhecido editor, que produzia publicações ilustradas com fotografias, e tinha o objetivo de estabelecer uma espécie de corpus da arte ocidental, destinando a Marville a tarefa de realizar o inventário da … Continue lendo...

Oinochoe

Registro inventarial: E658

O Oinochoe é um vaso para vinho. Este Oinochoe do Louvre é um
dos mais elegantes objetos da cerâmica grega do período
jônico orientalizante. Ele provém da ilha de Rodes ou, menos
provavelmente, de Mileto.

A boca é trilobada, o gargalo é decorado com motivos
entrelaçados, o ombro é decorado com motivos vegetais,
gansos, grifos e cabras … Continue lendo...

O passeio

Registro inventarial: MCC 455

A paisagem mostra uma criança no primeiro plano no ato de colher flores e duas figuras femininas de costas, entretidas em alimentar patos em um pequeno tanque à sombra do mato de uma encosta.

Claramente inspirado nas experiências do impressionismo francês, “O Passeio” de João Batista da Costa (1865-1926) data provavelmente dos anos imediatamente sucessivos à … Continue lendo...

Ninfa dormindo à beira de uma fonte (Nymphe endormie près d´une source)

Théodore Chassériau (1819-1856) expõe esta obra no Salon de
1850. Seu modelo é provavelmente Alice Ozy, que o artista
retrata em mais de uma ocasião entre 1848 e 1849 (Paris,
Musée Carnavalet, The Institute of Art de Detroit e coleção
particular em Zurich).

Jean-Louis Vaudoyer dedicou uma biografia a Alice Ozy,
“l´Aspasie moderne”, protégée do terrível duc de
Morny (irmão … Continue lendo...

Mosaico de Lod

Os mosaicos foram descobertos acidentalmente em 1996 na cidade de Lod, em Israel, a antiga cidade de Lydda, destruída pelos romanos durante a Conquista de Jerusalém em 66. Adriano (117-138) refunda a cidade e a nomeia Dióspolis, e Sétimo Severo eleva-a em 200 à posição de colônia romana.

Os mosaicos foram o pavimento de uma edificação destruída, cujas paredes eram … Continue lendo...