Cristoforo Madruzzo

“Registro inventarial: inv. n. 20

No alto à direita, há a indicação da data (repetida também sobre o relógio: “”1.5.5.2.””) e da idade do retratado: “”ANNO D[omi]NI. MDLII / AETATIS SUAE XXXVIIII / TITIAN[US] FECIT””.

Tiziano foi um retratista incansável e pouco exagerava Vasari (1568) ao afirmar que: “”Não houve quase senhor de grande nome ou príncipe ou grande senhora … Continue lendo...

Parma abraça Alessandro Farnese (Parma abbraccia Alessandro Farnese)

Em 1568, Vasari conclui a Vida de Parmigianino, com uma
breve mas muito elogiosa descrição de algumas obras de
Girolamo Mazzola Bedoli (1500c.-1569), esposo da prima de
Parmigianino e maior herdeiro de sua arte. Entre as obras
por ele descritas inclui-se este retrato alegórico de
Alessandro III Farnese (1545-1592), ainda criança, sendo
abraçado pela cidade de Parma:

Ha ritratto per Continue lendo...

Retrato de Laura Battiferri

Registro inventarial: MCF-LOE 1933-17

Laura (1523-1589) é filha natural de Giovanni Antonio Battiferri, cujo palácio em Urbino tem a fachada projetada por Rafael, seu amigo, segundo narra Vasari na “Vita di Vincenzio da San Gimignano e Timoteo da Urbino” (1568).

Enzo Noe Girardi resume as informações disponíveis sobre Laura Battiferri, a começar por sua aprimorada educação literária, filosófica e religiosa. … Continue lendo...

Artista

Bronzino, Agnolo di Cosimo di Mariano, chamado Il
Data
1555

Retrato de Alessandro III Farnese

“Registro inventarial: inv. n. 300

Assinado e datado: Antonius Mor pinx A.D. M Vc L VII

Filho de Ottavio Farnese e de Margherita d´Austria, filha
ilegítima de Carlos V e viúva do duque Alessandro de´
Medici, assassinado em 1537, Alessandro III Farnese (1545-
1592), futuro duque de Parma, Piacenza e Castro, nasce em
Roma quando seu pai, neto do papa … Continue lendo...

Auto-retrato e a morte

O Autoretrato e a morte de Gaspard Maséry, pintor
ativo em Chambéry (Savoie) entre 1545 e 1565, pode
representar um memento mori, uma das figuras da
Vanitas que começam a grassar no século XVI.

Mas a obra remete também a uma fábula difusa no século XVI:
a “Morte”, de tão bem pintada pelo artista, ganha vida e o
mata. … Continue lendo...