Retrato do Margrave Christoph I von Baden

O título de Margrave era conferido aos encarregados de governar as províncias fronteiriças do Império Romano-Germânico. Nesta condição, o Margrave (Markgraf) Christoph I von Baden (1453-1527) governou de 1475 a 1515, data deste retrato.

Christoph I von Baden era filho do Margrave Karl I von Baden e de Katharina von Österreich (Catarina de Áustria), irmã do Imperador Frederico III. Graças … Continue lendo...

Retrato de Peter von Clapis

Bartholomäus Bruyn (1493-1555) foi em seu tempo o mais prestigiado retratista de Colônia, criando nesta cidade uma tradição local de retratística herdada na segunda metade do século XVI por seu filho homônimo. Friedrich Hagenauer pinta seu retrato em um medalhão em 1539, nele inscrevendo sua idade de 46 anos:

Bartholomaus Bruyn pictor coloniensis anno aetatis xlvi

Seus retratos, como este … Continue lendo...

Retrato de Ottheinrich (Otto Henrique), Príncipe de Pfalz

Barthel Beham, nascido em Nüremberg em 1502 e morto na Itália em 1540, é irmão e discípulo do mais conhecido gravurista Hans Sebald Beham (1500-1550). As áreas de atividade em que obteve mais renome foi a retratística e a gravura, em geral de temas clássicos e eróticos, influenciados por Marcantonio Raimondi.

Em 1527, Barthel é expulso da protestante Nüremberg e … Continue lendo...

Retrato de Jovem com pele (Retrato Fugger)

O retrato foi por vezes atribuído a Giorgione, sobre a base de uma inscrição no verso de finais do século XVI: “Giorgione da Castelfranco F. / Maestro di Tiziano”.

Uma gravura de Wenzel Hollar (segundo estado) identifica o retratado como “Ritratto d´un Todescho di Casa Fuchera” (Retrato de um alemão de Casa Fugger), a partir de uma notícia transmitida no … Continue lendo...

Artista

Sebastiano del Piombo (Sebastiano Luciani, dito)
Data
1508

Retrato de Francisco I

A obra provém da coleção de Francisco I e consta no museu como atribuída a Jean Clouet (1485c. – 1540c.).

Jean Clouet nasceu provavelmente na Flandres e é possível que estivesse se estabelecido na França antes ainda de 1515, data da morte de Luís XI, para quem ele possivelmente trabalhou.

Francisco I nomeia-o “painctre et varlet de chambre”, posição de … Continue lendo...

Púlpitos da Igreja Jesuítica do Colégio de Santo Alexandre – lado do Evangelho

“Par de púlpitos simétricos talhados em madeira (cedro) da Igreja jesuítica de São Francisco Xavier do Colégio de Sto Alexandre, compostos de base, centro e coroamento. Na base, três figuras em busto, onde se destaca uma figura central de olhos vendados, o que parece personificar a “”ignorância””. Acima das três figuras, as letras “”A”” e “”M”” entrelaçadas, e encimadas por … Continue lendo...

Púlpitos da Igreja Jesuítica do Colégio de Santo Alexandre – lado da Epístola

“Par de púlpitos simétricos talhados em madeira (cedro) da Igreja jesuítica de São Francisco Xavier do Colégio de Sto Alexandre, compostos de base, centro e coroamento. Na base, três figuras em busto, onde se destaca uma figura central de olhos vendados, o que parece personificar a “”ignorância””. Acima das três figuras, as letras “”A”” e “”M”” entrelaçadas, e encimadas por … Continue lendo...

Philipp von Baden

Philip von Baden-Hachberg-Sausenberg, Margrave de Badenweiler, Neuenburg e Rotelin, retratado aos 14 anos, conforme indica a inscrição, é o sucessor de Christoph von Baden, protetor do jovem Hans Baldung Grien, que o retrata em 1515* (o retrato conserva-se igualmente na Alte Pinakothek de Munique).

Assinado “Baldung faciebat” e datado de 1517.

Bibliografia
1918 – M.J. Friedländer, “Zwei Bildnisse von Hans … Continue lendo...

Juízo Final

Após a morte de Hans Memling em 1494, Jan Provoost (ou Provost, 1465c. – 1529) ocupa em Bruges uma posição de indisputada liderança artística. A obra tem, de fato, caráter oficial, pois foi encomendada para decorar a Sala do Conselho do Stadhuis (Prefeitura) de Bruges.

Trata-se da última versão de uma série de ao menos três que Provoost pintou ao … Continue lendo...

Crucifixo de Santo Spirito

Na Vida de Michelangelo (1550 e 1568), Vasari escreve a respeito desta obra:

“Fez para a igreja de Santo Spirito da cidade de Florença um Crucifixo de madeira, posto e mantido na abside do altar-mor, com aprovação do prior, que lhe pôs à disposição alguns cômodos onde, dissecando amiúde cadáveres para estudar anatomia, aperfeiçoou a grande arte do desenho que … Continue lendo...