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Monumento a Duque de Caxias (Imagem 1)

O Monumento a Duque de Caxias foi a segunda obra de grande vulto realizada pelo escultor Rodolfo Bernardelli na cidade do Rio de Janeiro. Foi inaugurado em 15 de agosto de 1899, no antigo Largo do Machado.

Luís Alves de Lima e Silva foi um importante militar a atuar no século XIX, com destacada carreira, e em 1962 tornou-se o … Continue lendo...

Mona Lisa (Gioconda)

“Este que é decerto o mais famoso retrato da história da arte, e talvez mesmo a mais famosa pintura de todos os tempos, é também um dos retratos mais copiados (contam-se ao menos 50 cópias entre os séculos XVII e XVIII) e emulados pelos artistas, de Rafael a Corot. Com o advento dos meios mecânicos de reprodução, a Mona Lisa … Continue lendo...

Moisés. Detalhe

(continuação do texto que acompanha a imagem principal)

Da carta citada no texto anterior, Forcellino conclui que ao menos a ultimação da obra deve ser datada de 1542.

A segunda mudança entre os desenhos dos Uffizi e de Jacopo Rocchetti e a obra final é que, nos projetos de 1505 e de 1513, Michelangelo entendia propor uma visão de baixo … Continue lendo...

Moisés faz jorrar água da rocha do Monte Horeb

“Registro inventarial: inv. 1972 (1972.171)

Assinado e datado: “”A. Blommaert fe / a. 1596″”

A fonte textual da obra é Êxodo, 17, 1-7. Moisés enfrenta o
descontentamento de seu povo no deserto, que lhe pergunta:
“”Por que nos fizeste subir do Egito, para nos matar de sede
a nós, a nossos filhos e a nossos animais? Então Moisés
clamou a … Continue lendo...

Moisés

Em sua Vida de Michelangelo, Giorgio Vasari escreve uma página memorável acerca da obra:

“Terminou o Moisés, de cinco braças, de mármore, estátua que não terá jamais coisa moderna que lhe possa disputar a beleza, e das antigas pode se dizer o mesmo: sentando-se com gravíssima atitude, pousa um braço sobre as tábuas seguras por uma das mãos, e com … Continue lendo...

Moinho de vento nos arrebaldes do Aracati. Todo fabricado de carnaúba. (2 de setmbro de 1859)

Esta aquarela de um moinho de vento foi realizada por José dos Reis Carvalho, o pintor da Comissão Científica de Exploração (1859-1861) em 02 de setembro de 1859. O moinho era todo feito de carnaúba e encontrava-se num engenho do litoral da cidade de Aracati, não muito distante da capital do Ceará, Fortaleza.

Assim como na pintura “Corte de Carnaúba”, … Continue lendo...

Moema, Parte 2

Em “Moema”, na visão de Luciano Migliaccio , o escultor Rodolfo Bernardelli revelou um propósito novo. Enquanto diretor da ENBA, procurou recuperar a tradição criada pelo pintor Victor Meirelles (1832-1903), modernizando-a pela referência formal a escultores contemporâneos italianos, como Medardo Rosso (1858-1928) e Vincenzo Gemito (1852-1929).

O próprio escultor comenta as possibilidades que o tema oferece em carta a Eliseu … Continue lendo...

Moema, Parte 1

A escultura de Rodolfo Bernardelli é a representação da índia Moema, que morre afogada no mar enquanto seguia a nado o navio que levava o português Diogo Álvares Correia, o Caramuru, por quem ela estava apaixonada, e a índia Catarina Paraguaçu para a Europa.

Em relação ao tema da obra, é possível que o escultor, além da leitura essencial do … Continue lendo...

Moema, ou os funestos resultados…

“Quem, mal conhecendo as formosuras da nossa história primeva, parar um instante junto dessa esplêndida figura de mulher nua, de borco, para o sempre adormecida na onda como numa rede de balouço eterno, não voltará sem curioso desejo de saber-lhe o romance: quem era, que perfídia a lançou às águas vastas, de que morte pereceu, se por gosto a buscou, … Continue lendo...

Moema

Se comparada às de Meirelles e Bernardelli, a Moema de Pedro Americo é a de menor fortuna crítica e a menos conhecida do público. Suas dimensões reduzidas e a rapidez da fatura lhe conferem o aspecto de um estudo. Mesmo assim, ela não deixou de ser notada pela crítica, especialmente em tentativas de depreciar o autor.

A primeira crítica é … Continue lendo...