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Perseu e a Liberação de Andrômeda

Registro inventarial: inv. 1890 n. 1536

A cena dispõe-se em três momentos: à direita, Perseu aproxima-se, voando, levado por sandálias aladas. No centro, o herói, em posição coreográfica, apresta-se a assestar o golpe fatal no monstro marinho, clímax do combate que leva Andrômeda e o grupo de assistentes à esquerda a desviarem o olhar. Neste grupo reconhecem-se os pais da … Continue lendo...

Perseu e a Liberação de Andrômeda

“Registro inventarial: inv. 8226

No registro superior, vê-se Andrômeda coroada, trajando
vestes suntuosas, os braços abertos e os pulsos atados a
dois troncos. Ela é ladeada por seus pais, Cassíope e Cefeu,
rei da Etiópia. Cefeu com um cetro ou cajado traz à cabeça
um chapéu exótico, denotando a localização remota de seu
reino e olha sua filha com aflição; … Continue lendo...

Perseu e a Liberação de Andrômeda

Registro inventarial: inv. 8998

A cena representa o momento em que, já vencedor do monstro marinho (representado no canto inferior direito) que devastava o reino etíope de Cefeu e Cassíope, pais de Andrômeda, Perseu solta os grilhões que a atavam ao rochedo, recebendo em seguida sua mão em casamento. Ambas as figuras, de alta qualidade, pertencem claramente ao repertório da … Continue lendo...

Perseu e a Liberação de Andrômeda

O afresco, de Terceiro Estilo, pertence à Sala 19 da Villa Imperial de Boscotrecase, chamada Sala Mitológica, e tem por contraponto outro afresco, também conservado no Metropolitan Museum, representando Polifemo e Galateia*. A presente cena, fragmentária na parte superior, mostra Andrômeda presa ao rochedo no centro da composição. À esquerda, Perseu voa em seu socorro, defendendo-a do monstro marinho que … Continue lendo...

Perseu com a cabeça de Medusa

Localização inventarial: PER 3, inv. 969

O mito de Perseu é mais conhecido na história da arte pelas narrativas de Ovídio (Metamorfoses IV, 611) e, sobretudo, de Apolodoro (Biblioteca II,4,1).

Perseu é filho de Zeus com Dânae, filha de Acrísios, rei de Argos e de Eurídice, filha de Lacedemônio. Desejando ter um filho homem, Acrísios foi consultar um … Continue lendo...

Passeio Público, Salvador, Bahia

A litografia foi realizada para ilustrar o livro “Brasil Pitoresco”, de Charles Ribeyrolles e Victor Frond, publicado entre 1859 e 1861. As fotografias foram utilizadas como base para as litografias realizadas na Maison Lemercier, em Paris. De acordo com o projeto inicial, os autores do livro iriam percorrer a Bahia e Pernambuco. O falecimento de Ribeyrolles, em 1860, limitou o … Continue lendo...

Artista

FROND, V. (fotografia); BENOIST, Ph. (litografia)
Data
1858

Passagem Saint-Guillaume, Paris

Charles Marville (1816-1878) atuou como gravador e ilustrador durante a década de 1830, antes de dedicar-se à fotografia, vinte anos depois. Por volta de 1865, a Comissão dos Trabalhos Históricos, encarregada de elaborar uma história geral de Paris, encomendou a Marville a realização de 425 vistas das antigas ruas da cidade, prestes a serem destruídas dentro do plano de reurbanização … Continue lendo...

Partida de Triptolemo

Registro inventarial: inv. 2432
Beazley Archive Number: 207314

A figura central representada nesta hídria ática de figuras vermelhas é Triptolemo saudado por Deméter. Em seu carro alado, puxado por serpentes, ele se prepara para uma viagem através da Grécia cujo fito é difundir a espiga de trigo ofertada pela deusa e ensinar aos homens a agricultura.

O Pintor de Chicago, … Continue lendo...

Parma abraça Alessandro Farnese (Parma abbraccia Alessandro Farnese)

Em 1568, Vasari conclui a Vida de Parmigianino, com uma
breve mas muito elogiosa descrição de algumas obras de
Girolamo Mazzola Bedoli (1500c.-1569), esposo da prima de
Parmigianino e maior herdeiro de sua arte. Entre as obras
por ele descritas inclui-se este retrato alegórico de
Alessandro III Farnese (1545-1592), ainda criança, sendo
abraçado pela cidade de Parma:

Ha ritratto per Continue lendo...

Paraguaçu

Entre as esculturas de Rodolfo Bernardelli que representam o índio, há uma pequena Paraguaçu. Personagem histórica presente no poema épico Caramuru (1781) de José de Santa Rita Durão (1722-1784), ela foi batizada como Catarina após se casar com Diogo Álvares Correa, o Caramuru.

Bernardelli a fez como uma guerreira, conforme ela surge no canto IV da epopeia. É uma versão … Continue lendo...